19/02/2011

Palavras portuguesas de origem árabe

  1. Adminstração: alcaide; almofariz; almoxarifado.
  2. Agricultura: alcachofra; alecrim; alfarroba; alface; azeite.
  3. Localidades: Albufeira; Alentejo; Algarve; Alcácer; Almada; Alvalade.
  4. Comércio: albarda; alfândega; almocreve.
  5. Técnicas de irrigação: açude; azenha; nora; picota.
  6. Alimentação: açorda; aletria; gaspacho.
  7. Pesos e medidas: Almude (25 litros); alqueire (15 litros); arroba (15 kg).
  8. Outro vocabulário: almofada; alcofa; alcatifa. 
   Trabalho realizado por Ana Catarina Sousa Freitas; 5ºF 


-> Flores: Açúcena
-> Árvores / frutos: laranja; limão; amendoeira; azeitona; bolota; alfarroba.
-> Outro vocabulário: Alcateia; atafona (moinho); azémola (animal de carga); ceifa; garrafa.
-> Animais: alazão (cavalo).

 Trabalho realizado por José Diogo dos Santos Gonçalves, 5ºF.


07/02/2011

As chaminés algarvias

Imagens de chaminés algarvias
         Na história do Algarve há influências dos cinco séculos de ocupação árabe, como por exemplo na arquitectura da região: chaminés trabalhadas e azulejos. Também há influências no nome de muitas regiões algarvias que começam por "al". São muitas as palavras de influência árabe que se usam diariamente. 
 





Trabalho realizado por Nádia Micaela Ribeiro, 5ºH
  

Mesquita

A oração na mesquita
A madrasa ou escola na mesquita
            A mesquita é o templo religioso e sagrado dos Muçulmanos, que utilizam para fazer as suas orações e também como escola para as crianças aprenderem e ler o livro sagrado (Alcorão ou Corão).

       Trabalho realizado por Marta Raquel Freitas, 5ºC


            As mesquitas não têm bancos para os crentes se sentarem, mas ficam de joelhos a rezar. Os Muçulmanos não entram na mesquita com sandálias ou sapatos. Os homens ficam separados das mulheres, assim como as crianças. Um Muçulmano têm de ir uma vez na sua vida a Meca e rezar cinco vezes ao dia.

         Trabalho realizado por Jéssica Freitas, 5ºC

Ilustração elaborada por Marco António Graça, 5ºC

06/02/2011

Xadrez

O jogo de xadrez
    O xadrez foi um jogo trazido pelos Muçulmanos para a Península Ibérica. É composto por várias peças, que são: Rei, Rainha, Bispo, cavalos, torre e peões. Era feito em madeira e com quadrados de duas cores. Muitas vezes era jogado por cristãos e muçulmanos.

               Trabalho realizado por: Tiago Simões, 5ºC


Maomé

   Maomé foi um líder religioso fundador do Islamismo e considerado pelos seus discípulos como o último Profeta. Maomé nasceu em Meca por volta do ano 570 e ficou órfão muito cedo.
   Os Muçulmanos acreditam que quando Maomé tinha cerca de 40 anos começou a receber visitas do Anjo Gabriel que lhe ordenava que recitasse versos enviados por Deus. A primeira vista foi durante um retiro espiritual numa das cavernas do Monte Hira. Segundo Maomé, o Anjo Gabriel informou-lhe que ele seria o último Profeta escolhido por Alá.

     Trabalho realizado por Rui Adriano Barros, 5ºB

Os Muçulmanos na Península Ibérica

   Os Árabes são originários da Península da Arábia, uma zona desértica da Ásia situada entre o Mar Vermelho e o Golfo Pérsico. Era muito pobres, viviam divididos em tribos, dedicavam-se à pastorícia e ao transporte de mercadorias através do deserto. A sua principal cidade era Meca onde no século VII Maomé funda uma nova religião - o Islamismo - a que que se converteram todas as tribos. Os seguidores desta religião são os Muçulmanos ou Islamistas.

      Trabalho realizado por Margarida Raquel Medeiros, 5ºB

Lendas

A lenda dos Mouros
        Perto de Nisa, no Alentejo, morava um casal de mouros. Eles eram muito felizes e esperavam o primeiro filho. Numa noite, a mulher começou a ter dores de parto. O marido logo procurou a ajuda de uma parteira que se prontificou a ajudá-los. 
        Como tudo correu bem, o casal quis retribuir oferecendo-lhe... carvão! A parteira ficou ofendida e, no caminho para casa, foi-se desfazendo da oferta. Chegando a casa, notou que o carvão que ainda lhe ficara no bolso se tinha transformado em moedas de ouro. Espantada correu à procura do carvão que tinha atirado fora durante o percurso para casa. No entanto, o mouro seguira-a e apanhara todas pedras de carvão que a parteira tinha deitado ao chão.

    A lenda da Banda de Mouro
        Há muitos anos quando os Muçulmanos vieram esconder-se para a Madeira, trouxeram com eles todos os seus tesouros e riquezas. Vários dias antes dos Cristãos descobrirem que os Mouros ali se esconderam,  tiveram tempo de esconder os tesouros e riquezas numa gruta chamada "Banda de Mouro". Conta a lenda que este sítio está amaldiçoado pelo Diabo.
        Conta-se que um dia, um grupo de pessoas entrou nessa gruta com um cão preto e um pedaço de carne de porco. A certa altura o cão começou a ladrar e desapareceu misteriosamente. Nesse momento ouviu-se um som de correntes e uma das senhoras ,que ia no grupo, gritou o nome de Deus e a arrastada de correntes parou e uma luz branca  e muito intensa apareceu. O grupo de pessoas fugiram da gruta, mas deixaram cair a carne de porco. Uma das pessoas voltou atrás para recolher a carne, mas tinham desaparecido, assim como o cão preto. Tinham desaparecido para sempre.

   Trabalho realizado por Délia Rodrigues, 5ºB                                               

       

A mesquita

Mesquita
      A mesquita é um local sagrado. Todos os Muçulmanos vão à mesquita fazer as suas orações ao Deus Alá.
      Os Muçulmanos têm cinco obrigações principais: adorar um único Deus (Alá); rezar cinco vezes por dia virados para Meca; jejuar no mês do Ramadão, do nascer ao pôr-do-sol; ir a Meca pelo menos uma vez na vida, se tiver meios para isso; dar esmola aos pobres.

      Trabalho elaborado por Tony Faria, 5ºA

A cidade de Meca

A mesquita de Meca

Meca faz parte da Península da Arábia.
Esta é uma das maiores cidades da Arábia.
Cidade mais importante para os Muçulmanos.
A cidade de Meca é importante, porque foi onde o profeta Maomé nasceu.

     Trabalho realizado por Andrea Paulo, 5ºA

A conquista da Península Ibérica

Astúrias - região da Península Ibérica que os Muçulmanos não conseguiram conquistar.

           O povo Muçulmanos conseguiu conquistar toda a Península Ibérica sob o comando de Tarique. Chegaram à Península Ibérica vindos do Norte de África e entraram através do Estreito de Gibraltar onde conquistaram os visigodos comandados pelo Rei Rodrigo (rei cristão) na Batalha de Guadalete (711).
           A única região da Península Ibérica que os Muçulmanos não conseguiram conquistar foi as Astúrias, por ser uma região montanhosa, onde o acesso e as condições de vida dos cristãos que aí viviam eram muito difíceis. Mas foi nas Astúrias que se iniciou o movimento da reconquista cristã para expulsar os Muçulmanos da Península Ibérica.

      Trabalho realizado por Carlos Miguel Ferreira, 5ºA

O turbante dos Muçulmanos

Turbante

      O turbante é uma tira de pano de até 45 metros de comprimento que os Muçulmanos enrolam à volta da cabeça. É uma das coisas que distingue os Muçulmanos dos outros povos.

                        Trabalho elaborado por Andrea Paulo, 5ºA

Os Muçulmanos na Península Ibérica

Maomé é o profeta que os Muçulmanos acreditam sempre.
Os Muçulmanos invadiram a Península Ibérica em 711.
Os Muçulmanos conquistaram a Península Ibérica em dois anos, por causa das suas riquezas.
Dominaram a Península Ibérica, mas não conquistaram as Astúrias.
Nas Astúrias estavam os cristãos.
Os cristãos têm uma religião monoteísta.
Os Muçulmanos são crentes no Islamismo.
Os Muçulmanos adoram um só Deus, que é Alá.
Os Muçulmanos vieram da Arábia.
A Arábia localiza-se no Oceano Índico.

        Trabalho realizado por Ana Luísa Barros, 5ºA

02/02/2011

23/01/2011

Rainha D. Maria II


Rainha D. Maria II de Portugal
       A  Rainha D. Maria II nasceu a 4 de Abril de 1819, no Palácio de São Cristóvão, Rio de Janeiro, no Brasil. Seu pai era D. Pedro V e sua mãe D. Leopoldina de Habsburgo. O seu nome completo era Maria da Glória Joana Leopoldina da Cruz Franscisca de Paula Isidora Micaela Rafaela Gonzaga de Bragança. e tinha como cognome A Educadora.
        Subiu ao trono a 2 de Maio de 1826, mas só assumiu o governo do reino a 24 de Setembro de 1834. Casou com o Príncipe Augusto de Luchtenberg, mas este morreu dois meses após o casamento. Um ano depois casou com D. Fernando II de quem teve onze filhos, tendo sido rei D. Pedro V e D. Luís I. Faleceu a 15 de Novembro de 1853, com apenas 34 anos e foi enterrada no Panteão dos Braganças, em Lisboa.

                   Trabalho realizado por Filipe Miguel Pestana, 6ºA

15/01/2011

Mouzinho da Silveira

Mouzinho da Silveira

    Mouzinho da Silveira (como Ministro da Fazenda) foi o principal responsável do desenvolvimento e modernização da agricultura, que eram prioridades fundamentais dos governos liberais. Assim sendo fez-se o aproveitamento dos terrenos agrícolas que anteriormente eram mal aproveitados.
   Para alcançar os objectivos dos governos liberais em relação à agricultura foi necessário alterar as antigas leis e elaborar novas. Da obra legislativa de Mouzinho da Silveira podemos destacar a abolição dos pequenos vínculos, a extinção ou a redução das sisas, a reforma da administração pública, a extinção dos forais e bens da Coroa.

                              Trabalho realizado por Susana Henriques, 6ºB

O espaço português

A vida na cidade
                
    No início da segunda metade do século XIX, vivia-se em Portugal um período de crise originada por vários acontecimentos. Já durante o reinado de D. Maria II, os governos liberais tomaram uma série de medidas com vista à modernização do reino, introduzindo novas técnicas (todas já conhecidas e  muito utilizadas noutros países da Europa) nas principaris actividades económicas. Foi, no entanto, só a partir de 1851 que a preocupação em modernizar e desenvolver o país mais se acentuou. Este período ficou conhecido como Regeneração, ou seja, o "renascer" de um novo Portugal, mais industrializado e moderno. Fontes Pereira de Melo foi um dos responsáveis pela modernização de Portugal.

                                    Trabalho realizado por Micaela Dinis, 6ºB




A situação do Reino de Portugal na 2ª metade do séc. XIX

Camponeses
             Na segunda metade do século XIX, Portugal estava em crise. As invasões francesas e o Brasil ter-se tornado independente não veio ajudar. Para além destes problemas a agricultura, a criação de gado, não tinham evoluído e usavam-se instrumentos pouco apropriados. A produção era baixa e não satisfazia a população.

 Portugal teve de mandar importar muitos produtos de outros países gastando demasiado dinheiro. A maioria dos portugueses trabalhava na agricultura e não conhecia muitas das técnicas de trabalho, por isso os camponeses tinham baixos rendimentos. Havia poucos meios de transportes, atrasando assim a agricultura em Portugal. Depois foram introduzidas novas técnicas de agricultura: incentivou-se a alternância das culturas, introdução de adubos químicos, a mecanização da agricultura, foram introduzidas novas culturas durante o século XIX. As medidas desenvolvidas pelos governos liberais originaram uma maior distribuição de terra e também o aumento das áreas cultivadas. A produção aumentou e foi variando. Foram introduzidos mais pomares, hortas e campos de cereais dando a Portugal um ar mais verde e fértil.

                          Trabalho realizado por Miguel Diogo Abreu, 6ºA

A enxada de madeira no séc. XIX


A enxada

       A enxada do século XIX era uma ferramenta de madeira que ajudava os camponeses a tratar do terreno, cavando-o.

       A palavra enxada deriva do latim asciáta derrivado de ascìa, ae (enxada, enxó, instrumento de lavrar pedra ou terra), com alteração para "en" do elemento inicial.

                                 Trabalho realizado por Lourenço Tourais, 6ºB

22/12/2010

Tradição de Natal na Madeira

A carne em vinho e alhos
O vinho Madeira 
As broas de mel
Licor de tangerina
Bolo de mel
      
       No Natal, a azáfama nas casas das famílias madeirenses é enorme, com a preparação da carne de vinho e alhos, dos bolos, das broas e dos licores. As receitas são antigas e os aromas dos ingredientes pairam no ar. Fazem-se as tradicionais lapinhas em escadinha que se enfeitam com frutas da época para que o ano novo seja próspero.

11/12/2010

Rosas-dos-ventos de alunos de 7º ano

             O Grupo de Geografia de 3º Ciclo promoveu junto dos alunos de 7º ano, a realização de rosas-dos-ventos. Apelou-se a reciclagem e à imaginação. Eis aqui alguns dos trabalhos realizados.


Francisco - 7ºC


João Gonçalo - 7ºC


Graciela - 7ºB

Alexis - 7ºB
 
Alexandra - 7ºB

Diana - 7ºD

Solange - 7ºD


Carlota - 7ºC

Paulo - 7ºC

Ana Paulos - 7ºD

Beatriz Faria - 7ºC

  
Tatiana - 7ºD 




Ana - 7ºD

07/12/2010

Curiosidade: feriado de 8 de Dezembro


              No dia 8 de Dezembro é celebrado o dia da Imaculada Conceição, sendo feriado nacional. 
         O Rei D. João IV (com o cognome de Restaurador) em 25 de Março de 1646, ofereceu a coroa portuguesa a Nossa Senhora de Vila Viçosa e elegeu-a Padroeira de Portugal. Esta tradição mantém-se até à actualidade.

01/12/2010

Dia da Restauração da Independência

Rainha D. Luísa de Gusmão e Rei D. João IV
      Celebra-se hoje, dia 1 de Dezembro, mais um aniversário da Restauração de Independência de Portugal, ocorrida no longínquo ano de 1640. Nesse dia, um grupo de fidalgos apoiados pelos populares de Lisboa invadiram o Terreiro do Paço, ocultando as armas sob as roupas. 
    Ao toque das nove horas assaltaram subitamente o palácio, derrubando tudo quanto se lhes tentou opor. Dirigiram-se para a sala do Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos, mas só o encontraram escondido num grande armário de madeira e executaram-no aí mesmo, sem que tenha havido qualquer troca de palavras. O seu corpo, diz-se ainda com vida, foi arremessado da janela, directamente para a praça, lançando depois sobre  ele púcaros de prata, salvas, castiçais, doces, queijos, para atrair os populares que observavam à distância o desenrolar dos acontecimentos. Um grupo de mendigos se lançou sobre estes objectos e entraram no palácio e saquearam tudo o que havia. A Duquesa de Mântua (D. Margarida de Sabóia), vice-rainha de Portugal, foi aprisionada e poucos dias depois autorizada a regressar à Corte Espanhola.
     Este assalto não durou mais de quinze minutos, mas foi derrubada a Dinastia Filipina e foi aclamado D. João IV, como Rei de Portugal, conhecido para a história como o Restaurador.

                                                                  Prof. Elisabete Timóteo

26/11/2010

1ª Eliminatória das "Quintas Olimpíadas de HGP"

     
     No passado dia 19 de Novembro decorreu na nossa Escola, a primeira eliminatória das "Quintas Olimpíadas de História e Geografia de Portugal" num ambiente de entusiasmo. Dos 174 alunos que frequentam o Quinto Ano foram apurados 121, enquanto dos 203 alunos que frequentam o Sexto Ano foram apurados 126. 
     O Grupo de HGP aproveita para agradecer a todos os docentes envolvidos na aplicação do questionário, pois contribuíram para o sucesso desta actividade. Também damos os parabéns a todos os alunos que ficaram apurados para a segunda eliminatória, que se realizará a 18 de Fevereiro de 2011.
                                                      O Grupo de HGP

15/11/2010

A escravatura

       
         Os escravos negros eram comprados e vendidos como objectos. Eram transportados em navios negreiros sem condições nenhumas, por isso havia um número elevado de mortos, também devido a não conseguirem respirar e por estarem todos amontoados.
        Eram transportados de África para o Brasil. Aí eram mal alimentados e mal vestidos e as condições eram desumanas.
        Por vezes podiam receber a Carta de Alforria, que lhes dava direito à liberdade, mas como não estavam habituados a trabalhar sem parar, quando tinham o direito à liberdade não sabiam o que fazer.


Trabalho elaborado por: Lara Sofia Costa, 6ºA, nº15

A vida dos escravos

    Na época da escravatura, os escravos eram comprados e vendidos, como objectos de mercado. 
    Eram transportados em navios negreiros, em péssimas condições, ficavam maldispostos e doentes. Alguns morriam asfixiados, exaustos ou doentes e durante toda a viagem iam apertados.
    Para não trabalharem mais para o senhor pediam a Carta de Alforria, mas infelizmente alguns continuavam a trabalhar, enquanto outros conseguiam a liberdade de fazer o que quisessem. 
    Os escravos eram mal alimentados e andavam mal vestidos, tratados como animais e viviam em condições desumanas.
    Os comerciantes portugueses iam buscar a África, produtos que necessitavam, como por exemplo: algodão, malagueta, marfim, café e escravos negros.
    No Brasil tinham muitas riquezas, como o açúcar e o ouro e era muito importante o trabalho dos escravos negros.

                  Trabalho elaborado por Marta Freitas, 
                                         6ºA, nº20

08/11/2010

Quintas Olimpíadas de HGP

         
       O Grupo de História e Geografia de Portugal informa que no dia 19 de Novembro de 2010, decorrerá na nossa Escola a 1ª Eliminatória das "Quintas Olimpíadas de História e Geografia de Portugal". Este concurso destinado aos alunos de 5º e 6º ano visa promover o gosto pela disciplina e principalmente pela herança histórico-cultural da nossa Nação que é Portugal.
                                                                            O Grupo de HGP

Rosa-dos-ventos

                                            Marta Raquel Faria Pereira - 5ºB, nº16

Rosa-dos-ventos

                               Inês Inácia Fernandes Gouveia - 5ºB, nº8

Rosa-dos-ventos

                        João Francisco Neves Ferreira - 5ºB, nº10

Rosa-dos-ventos

                                   Vanda Silva Abreu - 5ºB, nº24

Rosa-dos-ventos

                                         Délia Costa Rodrigues - 5ºB, nº4

Rosa-dos-ventos

                 Isabel Ornelas - 5ºC, nº7

Rosa-dos-ventos

                                                Pedro Rodrigues - 5ºC, nº 17