07/06/2011

OS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES - O CASO DA MADEIRA

Trabalho realizado por Délia Rodrigues 5ºB
Trabalho realizado por Beatriz Faria, 5ºC
Trabalho realizado por Diogo Miguel Cunha, 5ºC
Trabalho realizado por Madalena Abreu, 5ºB
Trabalho realizado por Ana Soraia Rodrigues, 5ºC
Trabalho realizado por Érica Sebastião , 5ºC
Trabalho realizado por Beatriz Faria, 5ºC
Trabalho realizado por: Rosalina Rodrigues, 5ºB
Trabalho realizado por Pedro Miguel Silva, 5ºC
Trabalho realizado por Andrea Paulo, 5ºA
Ilustração de Sílvia Faria, 5ºC
Ilustração de Joana Gonçalves, 5ºC
Trabalho realizado por Sara Pinto, 5ºB
Trabalho realizado por Tiago Simões, 5ºC
Trabalho realizado por Marta Pereira, 5ºB
Ilustração elaborada por Isabel Ornelas, 5ºC
Trabalho realizado por Margarida Medeiros, 5ºB
Trabalho realizado por Andrea Paulo, 5ºA
Trabalho realizado por: Délia Rodrigues, 5ºB

06/06/2011

OS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES - O CASO DA MADEIRA

Ilustração de Diogo Freitas, 5ºG
Ilustração de João Carlos Figueira, 5ºD
Trabalho realizado por Rita Rodrigues, 5ºH
Ilustração de Énio Ornelas, 5ºG
Trabalho realizado por Diana Catarina Ramos, 5ºG
Trabalho realizado por Pedro Pinto, 5ºH
Trabalho realizado por Agostinho Faria, 5ºD

Trabalho realizado por Joana Sousa, 5ºD
 
Trabalho realizado por João Eleutério Diogo, 5ºA
       Trajes Típicos da Madeira
Traje típico feminino madeirense
     
     Os homens da Ilha da Madeira usavam calças de serguilha castanha para o seu trabalho do dia a dia. Para irem à missa usavam calças, colete ou casaco, mas de serguilha preta.
      Tanto os homens como as mulheres usavam bota chã de cor castanha. A bota era feita de pele de vaca curtida e com a parte superior virada para fora e descia até ao tornozelo, com uma fita de cor vermelha.
      As mulheres da ilha usavam muito a cor vermelha. A saia de cor única ou listrada de várias cores, para além de um corpete ou colete vermelho sobre uma camisa de linho branço com botão de ouro.  Em tempos de frio usavam uma capa, também de cor vermelha. Na cabeça uma carapuça azul, completa o vestuário da mulher madeirense.

   Trabalho realizado por Joana Vieira, 5ºA

05/06/2011

Centenário da República

Trabalho realizado por Cláudia Daniela Santos, 6ºF
MANUEL DE ARRIAGA
Ilustração de Rúben Silva, 6ºG
Ilustração de Arnaldo Escalona, 6ºG
     
      Manuel de Arriaga nasceu no ano de 1840 na Ilha do Faial (Açores) e morreu em 1917. Foi eleito pelo Parlamento, em 24 e Agosto de 1911, o primeiro Presidente da República de Portugal.
                         
                                Trabalho elaborado por Rui Carlos Sousa, 6ºG

O escudo português (1910-2001)
      O escudo foi a moeda oficial da República Portuguesa, desde 22 de Maio de 1911 até ser substituído pelo euro em 2002.
                                    Trabalho realizado por: Paulo Santos, 6ºF
Trabalho elaborado por Laura Neves, 6ºC
       O escudo surgiu em 22 de Maio de 1911, cinco meses após a proclamação da República. O Ministro das Finanças era José Relvas. A designação de escudo tem a ver com a figura que é representada e tem como símbolo, cifrão ($) e foi a última moeda a circular em Portugal, antes do Euro.
                                    Trabalho realizado por: Tiago Serrão, 6ºG

 Caminho do Estreitinho
     Eu vivo no Caminho do Estreitinho, que se situa na Freguesia do Estreito de Câmara de Lobos. 
     Antigamente, este caminho era a Estrada Real 25, entre o Calvário, na zona entre as Ruas Dr. António Vitorino de Castro Jorge e do Dr. Alberto Henriques Araújo, e o Estreitinho. Neste caminho podemos encontrar a Capela do Calvário e uma Agência Funerária. Este caminho é chamado de Estreitinho porque é estreita.
           
      Trabalho realizado por Márcia Andreia Gouveia, 6ºE

 

RUA DR. ANTÓNIO VITORINO DE CASTRO JORGE
Quinta da Pinheira (Estreito de Câmara de Lobos)

    Eu vivo na Rua Dr. António Vitorino de Castro Jorge, na freguesia do Estreito de Câmara de Lobos.
     Esta rua foi inaugurada a 18 de Maio de 1995, em homenagem ao médico que aí morava.
Também encontramos a Quinta da Pinheira e aí viveu o músico Sr. João Albino de Barros, fundador do Grupo Musical Estreitense.
        
        Trabalho realizado por Bruna Costa, 6ºE


Trabalho elaborado por Graça Camacho, 6ºD
Trabalho elaborado por Angela Ricardina Drumond , 6ºC
Trabalho realizado por Fátima Anaísa Ferreira, 6ºD
Trabalho realizado por Diogo Filipe Vieira, 6ºD


02/06/2011

1 de Junho - Dia da Criança

Trabalho elaborado por João Norberto Gomes, 6ºG
Trabalho elaborado por Rui Sousa, 6ºH
Trabalho elaborado por Elvis Marques, 6ºH
Trabalho elaborado por Bruna Costa, 6ºE

30/05/2011

Final das "Quintas Olimpíadas de HGP" - 2º Ciclo

         No passado dia 26 de Maio de 2011 realizou-se, pelas 12h30, a final do concurso "Quintas Olimpíadas de História e Geografia de Portugal".

     Os vencedores de 5º ano foram:
     1º lugar: Tomás António Araújo Barros, 5ºC
     2º lugar: Marta Gouveia Henriques, 5ºE
     2º lugar: José Telmo dos Santos Fernandes, 5ºE

     Os vencedores de 6º ano foram:
     1º lugar: Lourenço Banza Tourais, 6ºB
     1º lugar: Diana Sousa Correia, 6ºF
   3º lugar: António Pedro Nunes Barreto Morais Carneiro, 6ºA

      O Grupo de HGP aproveita a oportunidade para dar os parabéns a todos os participantes e para agradecer a todos os que contribuíram para o sucesso desta actividade. 
                                                       Grupo de HGP
                
 

22/05/2011

O meu avô combateu na Guerra Colonial

O meu avô em Moçambique
     O meu avô andou na Guerra Colonial, como Polícia de Patrulha da Força Aérea.
     Quando chegou à idade de se apresentar na tropa, que era obrigatória na altura, foi enviado para os Açores para tirar, durante três meses, a especialidade de Polícia de Patrulha da Força Aérea. Após terminar a especialidade, o meu avô foi como voluntário para Moçambique. Embarcou nos Açores para Lisboa e daí para S. Tomé e Príncipe, Angola (onde esteve durante um dia) e finalmente para Moçambique.
     Chegou em 1963 a Moçambique  e esteve a trabalhar, patrulhando num aeroporto da Força Aérea, sempre alerta, tanto de noite como de dia. Aí permaneceu 1420 dias.
     Nessa altura recebia à volta de mil e quinhentos escudos, dos quais quinhentos escudos eram enviados para a sua mãe que estava na Ilha da Madeira. O restante dinheiro era usado para comprar selos para as cartas que enviava para a família, pasta de dentes, cigarros e outras coisas que fossem necessárias.

                           Trabalho elaborado por Pedro Gonçalo Faria, 6ºA
 

Revolução dos Cravos - 25 de Abril de 1974

Cravos de Abril
Sabias que:
  • O Golpe de Estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido como a "Revolução dos Cravos"?
  • Os portugueses fizeram este Golpe de Estado, porque não estavam satisfeitos com a ditadura de Marcelo Caetano.
  • Sabias que em vez da violência habitual das revoluções o povo ofereceu cravos aos militares?
  • Haviam flores por toda a parte, significando o renascer de uma nova vida.
  • Sabias também que no nosso país a escola só era obrigatória até ao 4º ano?
  • Todos os homens eram obrigados a ir à tropa.
  • Os portugueses não tinham liberdade de expressão.
  • Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos!
          Trabalho elaborado por Eva Andrade, 6ºA

Biografia de Salgueiro Maia

Salgueiro Maia (1944-1992), prestigioso capitão no 25 de Abril de 1974
       Salgueiro Maia foi um dos distintos capitães do Exército Português que liderou as forças revolucionárias durante a Revolução dos Cravos. Filho de Francisco da Luz Maia e de Francisca Silvéria Salgueiro. Frequentou a escola primária em São Torcato, Coruche, mudando-se mais tarde para Tomar, onde concluiu o ensino secundário no Liceu Nacional de Leiria. Licenciou-se em Ciências Sociais e Políticas e em Ciências Etnológicas e Antropológicas.
     Em Outubro de 1964 ingressa na Academia Militar, em Lisboa, e dois anos depois apresenta-se na Escola Prática de Cavalaria (EPC) de Santarém. Em 1968 é integrado na 9ª Companhia de Comandos e parte para o Norte de Moçambique, em plena Guerra Colonial, cuja participação lhe valeu o cargo de capitão, já em 1970. Em Julho do ano seguinte, embarca para a Guiné, só regressando a Portugal em 1973, onde seria colocado na EPC.
       Por esta altura iniciam-se as reuniões do M.F.A. (Movimento das Forças Armadas) e, Salgueiro Maia, como Delegado de Cavalaria, integra a Comissão Coordenadora do Movimento. Depois do 16 de Março de 1974 e do "Levantamento das Caldas", foi Salgueiro Maia, a 25 de Abril desse ano, quem comandou os carros de combate que montou cerco aos ministérios do Terreiro do Paço forçando os carros de combate que montou, cerco aos Ministérios do Terreiro do Paço forçando, já no final da tarde, a rendição do Presidente do Conselho Marcelo Caetano, no quartel do Carmo, que se entregou finalmente ao General António de Spínola. Salgueiro Maia levou Marcelo Caetano ao avião que o transportaria para o exílio no Brasil.
                                    Trabalho realizado por: João Gonçalo Sá, 6ºA

Trabalhos sobre o 25 de Abril de 1974

Ilustração de Margarida Figueira, 6ºA
Ilustração de Ana Catarina Jesus, 6B
Ilustração de Susana Henriques, 6ºB
Ilustração de Inês Henriques, 6ºB
Ilustração de Patrícia Rodrigues, 6ºB
Sandra Abreu, 6ºB


      O 25 de Abril                                      Durante esta revolução
    foi uma grande revolução.                     houve mortes e feridos.
    Havia povo juvenil                               Alguns amigos do coração
    a lutar pela Nação.                              outros entes queridos.
                            
                               António Ronaldo Gonçalves, 6ºA

Ilustração de António Pedro Carneiro, 6ºA
Ilustração de Diogo Emanuel Rodrigues, 6ºA
Ilustração de Fábio Pedro Figueira, 6ºA

Trabalho realizado por Márcia Gouveia, 6ºE
Trabalho realizado por Mariana Figueira, 6ºA
Ilustração de Miguel Diogo Abreu, 6ºA

    No dia 25 de Abril de 1974 aconteceu uma revolução para mudar a política do nosso país. Esta revolução poderia ter originado uma guerra, mas em vez disso o povo ofereceu cravos vermelhos aos militares do Movimento das Forças Armadas. Todos os anos se celebra a Revolução dos Cravos.
                               Trabalho realizado por Miguel Diogo Abreu, 6ºA

Trabalho realizado por Norbeiro Solorzano, 6ºA

Trabalho realizado por Diogo Neves, 6ºA